sábado, 12 de maio de 2012

Para a mãe que um dia eu espero ser...


Volta logo, meu amor.

Eu te amo com todo o meu corpo... Da nuca até o dedão do pé. Te amo com urgência. Em desespero frenético. Te quero ao meu lado. Calado. Quieto. Falante. Generoso. Demonstrando o seu amor. E nada há de mais importante que o meu corpo junto ao seu. Conjunção. Conjunção carnal. Conjunção de alma e corpo. Se  algo diverso passa por minha cabeça, é só diletantismo, porque de constante no meu desejo, só você.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Timão, eô!


Preguiça bêbada!

Oh, blogueiros do meu coração, voltem a postar, porra! Senão eu fico aqui escrevendo como num monólogo eterno. Que foi? Perderam a mão? Cansaram? É, devo concordar, também não sou assídua frequentadora disso aqui. Até por isso que a idéia de um blog coletivo me agradava mais. Foi com essa promessa que eu entrei pelo cano. Sou sozinha na empreitada. Agora a pouco, num boteco da Liberdade, um mendigo veio me pedir dinheiro pra uma pinga. Eu disse que não ia rolar, e ele me perguntou: - Que morrer sozinha? E eu: - Você tá me jogando uma praga? e o cara: - Se você já entendeu, não preciso dizer mais nada... Fiquei pensando nisso. Não por medo da praga. Mas é que o pedinte não se deu conta: Todo mundo morre sozinho, what the fuck? Todo mundo nasce e morre sozinho. Every fucking one.Então, assim sendo, qual o problema de encarar empreitadas sozinha? Vum bóra nesse blog sem destino. Tchau, que o segundo tempo do Coringão me espera. Algumas cervejas e homens na sala também. Beijos

terça-feira, 8 de maio de 2012

É o que tem pra hoje... em homenagem ao Abílio Diniz


Hoje é só pra mim...

Vontade de contar sobre cheiros, lembranças e conversas com velhos amigos. Hoje sou mais resumida, vida trabalho casa academia quando consigo. Falta o sonho pra perseguir. Realização ou estagnação? Saudade só do que não é mais possível. E o que é possível? E o que pode ser possível? O que possivelmente eu posso querer? O que é mais palpável, possivelmente ou provavelmente? Não sei. Sonhos chegam quando a t.v. está ligada e somem quando adormeço. E que demora pra conciliar o sono. Vida em stand by. O mais importante, por hora, é o stand. Head over feet. Vivo uma digestão difícil de uma quase insatisfação. Velada. Quietinha. Mas que porra é essa que falta? Porra. Eu tão desbocada na vida real e porra é a estréia escrita do meu linguajar chulo. Hoje tudo tão desinteressante que já estou enfiando o pé no texto. Ou na jaca. Vontade de chegar num estranho e mandar um tapão na nuca. Mas nunca. Isso é só tédio-marasmo. Vou lavar louça.